Vejam este link é bem interessate.
http://www.curapelanatureza.com.br/2008/09/como-tratar-o-vitiligo-naturalmente.html
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Entenda como tratar o vitiligo
Manchas brancas de diferentes tamanhos e formas, localizadas principalmente no rosto, mãos, pés, joelhos e cotovelos. Esse é o sinal mais claro do vitiligo, doença dermatológica benigna caracterizada pela perda da pigmentação natural da pele.
Os médicos ainda não sabem explicar ao certo o que causa o problema, mas a teoria mais aceita atualmente define a doença como autoimune. Uma disfunção no sistema imunológico faz com que as defesas do corpo ataquem os melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina, que dá cor à pele.
“Como não sabemos exatamente por que o vitiligo ocorre, tratar fica mais difícil”, explica Dr. Beni Moreinas Grinblat, dermatologista do Einstein. “A indicação da melhor terapêutica vai depender do comprometimento de cada paciente, do tamanho da lesão, se ela está estável ou não. A indicação vai depender dessa série de critérios”, ressalva Dr. Simão Cohen, dermatologista do mesmo hospital.
domingo, 20 de novembro de 2011
Aviso
Meus amigos, agradeço pela oportunidade, que tenho em poder estar contribuindo para que pessoas que sofrem do mesmo problema que eu , tenham mais esperanças para que consigam exito nos tratamentos, eu tenho visto melhora a cada dia , desde que , iniciei o meu tratamento na Farmacia Harmonize, porém, o que percebo é que o mais importante é voce nao se preocupar, e procurar ter uma vida normal, nao deixar se abater por este problema, eu sei que não e fácil , mas não é impossivel , eu tenho conseguido , alias , a minha vida e uma dadiva de Deus.
Precisando de apoio para o tratamento entrem em contato - wfm41@hotmail.com abraços.
Waldir.
Precisando de apoio para o tratamento entrem em contato - wfm41@hotmail.com abraços.
Waldir.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Entrevista para a Revista Vida Saude.
http://revistavivasaude.uol.com.br/saude-nutricao/102/artigo235504-1.asp
Vitiligo
As manchas esbranquiçadas não coçam, não ardem e não são contagiosas. Mas comprometem a qualidade de vida de quem é portador de vitiligo. VivaSaúde investiga as causas dessa doença que atinge uma em cada 100 pessoas
por André Bernardo ¦ Arte Amanda Matsuda
Waldir Matos é funcionário público, tem 50 anos e mora no Rio de Janeiro. Marcos Vicentti é fotógrafo, tem 43 e vive no Acre. Os dois não se conhecem, mas compartilham uma mesma história de vida. Ambos são portadores de vitiligo, doença caracterizada pela despigmentação total ou parcial da pele, que provoca manchas esbranquiçadas no corpo e atinge cerca de 1% da população mundial.
Waldir diz que as primeiras manchas surgiram na infância, por volta dos 5 anos, quando ele adoeceu, vítima de uma gastroenterite. "O vitiligo não coça, não arde e não pega. Mas deforma o corpo. Na época, eu não entendia por quê, de uma família de seis irmãos, eu era o único portador da doença. A infância foi a pior fase. Eu me sentia excluído de tudo", recorda.
Marcos começou a apresentar os primeiros sintomas da doença já adulto, aos 28 anos, após um divórcio. "O início é sempre complicado. Você não conhece direito a doença e vê seu corpo mudando. Para piorar, as pessoas ainda olham diferente para você. Mas, com o tempo, você aprende a lidar com o preconceito", garante.
Vitiligo
As manchas esbranquiçadas não coçam, não ardem e não são contagiosas. Mas comprometem a qualidade de vida de quem é portador de vitiligo. VivaSaúde investiga as causas dessa doença que atinge uma em cada 100 pessoas
por André Bernardo ¦ Arte Amanda Matsuda
Waldir Matos é funcionário público, tem 50 anos e mora no Rio de Janeiro. Marcos Vicentti é fotógrafo, tem 43 e vive no Acre. Os dois não se conhecem, mas compartilham uma mesma história de vida. Ambos são portadores de vitiligo, doença caracterizada pela despigmentação total ou parcial da pele, que provoca manchas esbranquiçadas no corpo e atinge cerca de 1% da população mundial.
Waldir diz que as primeiras manchas surgiram na infância, por volta dos 5 anos, quando ele adoeceu, vítima de uma gastroenterite. "O vitiligo não coça, não arde e não pega. Mas deforma o corpo. Na época, eu não entendia por quê, de uma família de seis irmãos, eu era o único portador da doença. A infância foi a pior fase. Eu me sentia excluído de tudo", recorda.
Marcos começou a apresentar os primeiros sintomas da doença já adulto, aos 28 anos, após um divórcio. "O início é sempre complicado. Você não conhece direito a doença e vê seu corpo mudando. Para piorar, as pessoas ainda olham diferente para você. Mas, com o tempo, você aprende a lidar com o preconceito", garante.
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